Lançamentos da Editora Schoba:

Vamos conferir os lançamentos da Editora Schoba para estes meses de setembro/outubro:



Sinopse:

Mesclando o fictício ao real, esta história cria uma nova realidade sobre Hitler e sobre como e porquê ele fez o que fez.
“A lua era cheia. A data, 21 abril de 1937. Sexta-feira.
E o homem chegou ao seus domínios com a sua presa.
— Que farei agora? — perguntou ao anjo mau.
E respondeu o anjo mau:
— Degole o ser impuro!
E, com uma espada afiada, o homem degolou a criança e bebeu de seu sangue. Derramou o restante do líquido vermelho sobre uma banheira e deitou-se sobre ela.
Então, o anjo mau, com nostalgia, pôs a mão na cabeça do homem e disse:
— Amaldiçoo-o com todo mal possível.
E completou ainda o anjo:
— Teu nome agora será Hitler.”

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Sinopse:

Se pararmos para pensar, existe um motivo para uma empresa investir em seus desenvolvedores. Uma empresa existe para produzir e comercializar seus bens e serviços, ou seja, negociar seus produtos. Portanto, é seguro afirmar que é graças ao produto que a empresa existe. A continuidade dessa negociação faz a empresa continuar existindo; portanto, uma empresa tem seu crescimento diretamente proporcional ao benefício gerado por seus produtos. Como todos os produtos são fruto de alguma atividade de desenvolvimento, o sucesso de uma companhia torna-se diretamente proporcional à qualidade do desenvolvimento desses produtos; e, por fim, esse desenvolvimento será tão bom quanto seus desenvolvedores.

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Sinopse:

No ano de 2013, Jéssica Paula embarcou rumo à desconhecida realidade das vítimas de conflito na região da Etiópia, Sudão, Sudão do Sul e Uganda. Deficiente física, Jéssica realizou a viagem sozinha. Com uma trama às vezes cômica, às vezes emocionante, a autora conta histórias de vida das pessoas que encontrou durante a viagem, e os desafios para chegar até alguns dos lugares mais remotos que a literatura real já conheceu. Jéssica esteve em campos de refugiados na Etiópia. No Sudão, sob 52 graus de temperatura, ela chegou a ser expulsa de um estado em conflito em que a presença de estrangeiros é proibida. No Sudão do Sul, conheceu crianças soldados. Sem saneamento básico nem energia elétrica, Jéssica teve de se virar para adaptar as condições físicas à estrutura do local. A obra também traz relatos de pessoas sequestradas para trabalhar na milícia de Joseph Kony, um dos 10 mais procurados do mundo. No fim da viagem, Jéssica ainda contraiu malária. Mas voltou sã e salva pra contar, para o resto mundo, que eles estão lá.

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Sinopse:

O poder da justiça é, no fundo, a força e a esperança que as ações justas revelam na vida das pessoas quando elas dão a cada um aquilo que é seu por direito. A justiça realiza imensos benefícios e vantagens nas vidas dos seus destinatários e até dos autores das ações justas, inclusive, toda a sociedade. Ora, o que acontece, por exemplo, quando o devedor paga ao credor aquilo que deve e tem por direito?
A resposta a essa questão remete-nos, novamente, às posições ativa e passiva da ação justa. Pois, quando justamente cumprimos com o devido, o maior beneficiário é a sociedade que se nutre de grande harmonia pela boa conduta dos seus filhos.
Logo, o maior objetivo que seja relevante quanto ao benefício referente à prática de ações justas é o constante alcance da harmonia social e a manutenção dos valores positivos da sociedade. Mas para que se verifiquem os demais benefícios das ações justas nas esferas jurídicas individuais dos titulares ativo e passivo de uma relação justa, é necessário que cada pessoa tenha consciência das alterações que podem causar aquilo que cada um dá ou recebe, uma vez que nenhum injusto pode cobrar justiça a ninguém que não comece por si mesmo. E tais benefícios vão desde o reforço pela confiança recíproca, da satisfação presente e futura da boa imagem das pessoas por uma prestação passada (o elemento da ação justa resolveu um problema no passado, mas atuante no presente e no futuro). Aliás, quem não gostaria de ser bem dito pelo seu povo?
Quando se faz justiça, no sentido de dar ou receber aquilo que é seu por direito, mas na perspectiva de uma atribuição negativa, também pode-se ter muitos prejuízos nas esferas jurídicas das pessoas. Veja o caso da condenação de alguém (ação-crime). O condenado acaba por criar gastos ao Estado, por exemplo, dentro da prisão, gastos processuais (custas judiciais) pelas famílias com vista a uma solução do problema, a própria maçada que os conflitos judiciais criam na vida das pessoas, o manchar da honra e bom nome do condenado, o pagamento forçado da dívida (penhora, hipoteca), a dificuldade de vir a ser admitido por alguma empresa etc.








4 comentários :

  1. Oi Van!
    Esse livro "Estamos aqui" deve ser muito emocionante. Gostaria de ler o relato da Jéssica!

    Beijos,
    Sora - Meu Jardim de Livros

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  2. Gostei de 'Estamos aqui', pretendo lê-lo em breve.
    www.lagrimasdediamante.com

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  3. Olá, tudo bem?
    Gostei bastante dos lançamentos citados. O que me chamou mais atenção foi, Estamos Aqui.
    Até mais. http://realidadecaotica.blogspot.com.br/

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  4. Oi, Van! Quando os livros chegam por aqui e uma verdadeira festa! Se pudesse, teria um exemplar de cada um na minha estante! #suspeita Bjs

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